O Sol dentro de ti

solA energia matriz, ou energia matricial, quando inunda as células, faz com que estas recuperem a memória de si, no seu estado original. Ao recuperarem essa memória, regeneraram-se, renovam-se e, até, resolvem danos.

Nos Florais de Anura, a Linha Órgãos Essenciais tem a capacidade de potenciar esse retorno ao estado original, não só de saúde como de funções plenas e totais.

O Girassol (que entra na composição de todos os florais desta linha, embora, depois, cada um preparado de forma diferente), ao absorver a informação do Sol, passa-a para as células do órgão em causa , o que lhe permitirá recuperar a sua memória e o seu funcionamento matricial. Isto é o que acontece (em termos celulares, com impacto em todo o corpo) a quem toma os Florais de Anura da Linha Órgãos Essenciais.

Mas vamos um pouco mais longe: como inundar todo o ser com esta energia?

Quando o Sol brilha dentro de cada um de nós, a energia que anima a matriz deste planeta, cresce e inunda o nosso corpo e a nossa mente. Este é o estado de consciência que urge promover, potenciar e, acima de tudo, expressar.

Só que ninguém pode expressar o que não tem. Então, se você pretende expressar a sua energia matriz, ligue-se à energia de Anura, mãe Terra, permitindo que Ela a/o preencha com a energia matricial. Depois, deixe para trás o que já não interessa.

Reflicta neste ponto do Código da Energia Matriz:

Do contacto com a Energia Matriz resulta o desaparecimento de todo e
qualquer tipo de negatividade, erro ou insanidade gerados pela falta de
consciência.

Um bom trabalho!

Entrevista – Os Florais de Anura
com Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa

Conheça a história dos Florais de Anura, sua origem e o testemunho da eficácia dos Florais de Anura na voz dos seus criadores.

Nesta entrevista para a Midalia Televisão, Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa, falam sobre o caminho percorrido desde o nascimento da ideia dos Florais de Anura até à sua concretização, dos seus benefícios e muito mais.


Os Florais de Anura criados e produzidos na zona de Dornes, em Portugal têm propriedades de plantas, que têm como principais benefícios equilibrar as energias dos nossos corpos físico, mental, emocional e energético.

O nosso agradecimento ao convite feito pela Mindalia Televisão.

Mindalia.com e Midalia Televisão são ONG’s sem fins lucrativos.

Pequenos apontamentos – A Insustentável Leveza do Ser

Insustentável Leveza do SerNa Insustentável Leveza do nosso Ser, vivemos o desafio da criação versus encarnação.

Aspiramos expressar essa leveza que advém da elevação vibracional, do contacto com os mundos etéreos que a nossa alma conhece e o corpo carece, mas a nossa âncora de vida é a densidade que nos prende à terra.

Não falo de gravidade, falo da expressão que a energia adquire quando se faz matéria física. Tem peso e isso é uma realidade tangível, palpável! Sente-se no corpo e na alma. Percebe-se bem a expressão de “Sou um Ferrari, mas tenho de andar a 20 à hora, num beco estreito!” Não! Tu és alguém cuja alma tem um molde de um Ferrari, mas o corpo é de um Fiat 500, com muitas horas de estrada. Continuar a ler

Uma nota sobre a nossa próxima formação

Conhecimento Magico de AnuraEmbora a ação de formação na Casa do Jardim (9 e 10 de junho) seja destinada aos Terapeutas do Sistema Anura que participaram no curso “Corpo e Alma”, os trabalhos do dia 10 (domingo) estão abertos a qualquer pessoa que pretenda tomar consciência e aprofundar o contacto com o seu corpo, sentindo o seu pulsar e as suas necessidades, aprendendo a soltar-se. Para mais informação veja aqui.

A ARTE DA (CO)CRIAÇÃO (excerto divertido)

A ARTE DA (CO)CRIAÇÃO — Este é o livro estrelado pela famigerada Don’Abília. Se os portugueses vivem infelizes, é porque ainda não leram esta obra fundamental. Para te fazer feliz (divertindo-te) aqui tens eis um excerto:

Qualquer ser humano, como a senhora (Don’Abília) e eu (Vitorino de Sousa), acaba sempre por passar, agora ou depois, por provações, crises, desafios, testes, etc. Ninguém gosta dessas experiências, evidentemente, por causa do sofrimento que lhes está associado, que pode ser intenso. Foi o que lhe aconteceu com aquela senhora, que viveu consigo, cujo nome não cito para lhe evitar o retorno da náuseas.

E já é a segunda vez que sou abandonada! A primeira foi com o meu Américo, o pai da minha filha, que me abandonou sem dizer água vai. Esse não fugiu com ninguém; o que lhe fugiu foi o pé do andaime do prédio que estava a construir e caiu do 4ª andar. Bateu com a cabeça num monte de cascalho e ali ficou. Que Deus o tenha!

Deus não o tem com certeza, porque Deus não guarda ninguém. Primeiro, porque não é polícia nem guarda noturno; segundo, porque, mesmo que fosse, seria incapaz de guardar todos os que já morreram desde que há gente neste planeta. Quintiliões! Muitos! Uma data deles! Impossível! Essa expressão que a senhora usou, decorre de nós acharmos que “em cima é como em baixo”, já que nós nos guardamos uns aos outros, embora nem sempre da melhor maneira. Não é “em cima é como em baixo”. Mas também não é “em baixo é como em cima”, porque não consta que as gentes dos andares superiores se comportem da forma alucinada como nós nos comportamos aqui na cave 3. Nenhuma das partes espelha a outra. O que está em baixo deveria espelhar o que está em cima, é certo. A verdade é que muita gente sempre se empenhou em boicotar essa possibilidade.

Não percebi nadinha do que o Sr. Vitorino acabou de dizer…