Recupere a tua Luz Interna

Luz Interna - Photo by Rhett Wesley on UnsplashAo longo do tempo, em vidas anteriores, desististe muitas vezes de recuperar a tua Luz Interna, porque sentiste como era difícil avançar.

Desesperaste e concluíste que não valia a pena. No entanto, hoje, a situação é bem diferente.

Nalguns casos, um pequeno investimento nas técnicas e rituais disponíveis, produz resultados rápidos e satisfatórios.

Sendo assim, continua a empenhar-te e assume o teu poder. Quem assume o seu poder pessoal de forma saudável, adquire lucidez e, portanto, melhora o seu poder de decisão. Sim, o que te levou, noutras vidas, a desistir foi a falta de lucidez. Continuar a ler

Sobre os dramas pessoais

Quanto maior for a nossa consciência, menor é a capacidade de gerarmos e de nos envolvermos em “dramas” pessoais. Ou seja, não podemos evoluir significativamente carregando os resultados desses “dramas”. O “drama” é a consequência de uma desordem emocional. Ganhemos nós clareza e lucidez (isto é, serenidade emocional), e os “dramas” desaparecem. Haja autonomia, e acaba-se a choradeira sem razão de ser!

Os dramas, regra geral, surgem quando “achamos” que não temos ou “achamos” que perdemos. O “achar” é a raiz principal do drama pessoal… que tem muitas ramificações! É claro que não estamos a falar das verdadeiras tragédias como, por exemplo, perder tudo num incêndio. Estamos a falar dos “dramas” derivados de destrambelhamento emocional.

Desde que adquiramos um grau de consciência considerável, ganhamos, progressivamente, a capacidade de reagir com lucidez. Mas, para isso, precisamos de serenidade emocional. O que raramente se verifica. Nestas condições, a capacidade de cocriar – manifestar intenções decentes – ganha outra dimensão (1). Ou seja, as intenções, que manifestamos através da cocriação, começam a ser exclusivamente positivas. Ninguém verdadeiramente lúcido utiliza o seu poder pessoal para cocriar algo prejudicial, para si ou seja para quem for. Continuar a ler

Contacto

Todos nós dispomos da capacidade de recuperar os mais altos atributos da nossa natureza. Mas não nos devemos sentir pressionados. Se o objectivo é libertarmo-nos de pressões, não faz sentido ficarmos pressionados pela necessidade de nos libertarmos de pressões! Todavia, isto é o que costumamos fazer na ânsia de evoluir.

Muitos sentem a necessidade de colaborar estreitamente com os Amigos Mais Leves, pois sabem que, fruto dessa colaboração, ser-lhes-á mais fácil experimentarem a paz, a serenidade e a segurança que tanto desejam. Continuar a ler

Os vínculos doentios

Qualquer iniciativa que nos liberte das malhas ardilosas deste mundo onde nos encontramos é, evidentemente, recomendável. Tal tarefa, porém, não é nada fácil porque as relações de todos os tipos (afetivas, familiares, sociais, etc.), têm um potencial enorme de nos meter em desarranjos emocionais devastadores.

Vínculos doentios - Sistema Anura

Todavia, há outro fator fundamental que nos mantém a estrebuchar nas teias peganhentas deste mundo. É o facto de nos ser muito difícil evitar os complexos de culpa gerados pelos divórcios, separações, rompimento de amizades, etc.

Na arte de amar – a sério, não por carência – a submissão e a dependência estão ausentes, por uma razão muito simples: Amar (com maiúscula) implica respeito mútuo. Ninguém, desde que ame incondicionalmente, deve alimentar vínculos doentios.

Prendermo-nos (ou atrelarmo-nos) a outras pessoas, compromete o objectivo essencial da nossa existência no mundo: adquirir autonomia! O problema é que há demasiadas forças que boicotam este intento, criando uma teia complexa dentro da qual muitos de nós ainda se debatem. Continuar a ler