A história que a Terra conta

A história que a Terra contaAnura, na sua versão física, é o planeta Terra. Um ser consciente, uma grande mãe que se prepara para o parto de si mesma.

Trata-se de um grande salto evolutivo, que irá colocar em causa todas as formas de vida que não tenham alinhamento com ela.

Os seres das culturas mais antigas, que sabiam disto, prestavam culto à Terra. Não de uma forma supersticiosa e ignorante, mas honrando a sua sacralidade e tendo consciência de que dependiam completamente dela. Essa dependência não era (e não é) só física, mas também vibracional.

Poucas pessoas se interrogam sobre o impacto que este corpo imenso possui no campo eletromagnético humano. A cada pulsar seu, nós alinhamos o nosso pulsar. Resta-nos, pois, revestirmo-nos de humildade em tudo o que tem a ver com esta dimensão maior do planeta Terra e com a sua Consciência, para podermos compreender as restantes palavras deste texto. Convém, porém, não confundir “humildade” com a retração gerada pelo medo.

Este parto de si mesma que a Terra está a preparar, vai gerar as condições para que uma nova realidade surja para todas as forças da vida, humanas e não humanas. Realidade biofísica e realidades culturais, outras formas de expressão. Não devemos reduzir tudo à realidade humana. Há um mundo em extinção lá fora, e somos nós que estamos na sua origem. A Terra deixou-nos brincar no seu corpo, como se de um parque infantil se tratasse, de forma a que pudéssemos evoluir e aprender. Agora que as coisas ficaram mais sérias, agora que ela entrou num processo alquímico de mudança, em que vai gerar uma nova versão de si mesma, a raça humana vai ter que se adaptar e mudar.

Temos todas as ferramentas para isso, não há motivo de preocupação. Mais sofrimento, menos sofrimento, vamos encontrar o trilho certo, pois ela abriu-o para todos. Trilha-o quem quiser.

Porque Anura sabe o que a humanidade da Terra precisa, criou as condições para as satisfazer. Ou seja, um conjunto de almas que trazem acordos com Anura e com o planeta vivo. Esses acordos são de vária ordem e estão inscritos no Livro dos Registos da Terra. Começaram a manifestar-se há já alguns anos. Todavia, como esses acordos foram lidos com o grau de consciência que os “leitores” possuíam na altura, as conclusões que se tiraram não foram as mais corretas. Nos referidos acordos, incluem-se projetos de vida renovadores (organização de defesa de animais, projetos na área de ciências, alimentação, novas formas de lidar com os resíduos…) com o potencial de serem benéficos em larga escala.

Portanto, um aviso à navegação: o que criar sectarismos e fundamentalismo, é para rejeitar sem hesitação. Neste “acordar” está a terrível temática dos casais. Não há consulta em que não se surjam dezenas de equívocos sobre este tema. Cada vez há mais gente a experimentar sensações e emoções que desconheciam, o que as leva a perder o controlo. Este cenário lamentável, nada tem a ver com a Terra, mas com um processo de purga que Anura está a introduzir no sistema, para que as pessoas se libertem de velhas alianças, contratos e promessas. Claro que é uma situação muito desafiadora:

É comum ouvir: “Julguei que tinha encontrado amor de sempre e, agora, sei que não é.”

Alguém a quem procurei tirar as teias de aranha que tinha à frente dos olhos, disse-me: “Por favor, não me tires o meu amor!”

Tudo pode ser vivido e toda a gente tem livre arbítrio. Mas há escolhas inábeis e perigosíssimas. Porquê? Porque Anura, em sintonia com os acordes mais elevados do seu coração e da consciência da Deusa cósmica que se expressa na Terra com cada vez mais intensidade, decidiu acordar as parcerias amorosas capazes de sustentar e equilibrar a energia da Terra, possibilitando, assim, um parto tranquilo para a nova realidade. A aproximação dessa nova realidade é lenta, mas inexorável.

Quem perguntar “Será que estou a cumprir o meu papel nesta vida?”, fique sabendo que só o seu próprio coração, em alinhamento com os seus guias e com Anura, poderá responder.

Importa procurar refúgio na tranquilidade, porque ninguém fica sem respostas.