Códigos da Energia Matriz

É comum dizer-se que a sociedade em que vivemos peca por falta de valores. Discordamos!

A nossa sociedade está repleta de valores, só que dramaticamente distorcidos. Assim, e por estarmos no limiar de uma fase crucial do desenvolvimento da humanidade, os códigos que aqui se apresentam procuram dar alternativas nesse sentido. Claro que não abrangem todos os aspectos da vida humana, mas poderão ser um farol pelo qual podemos orientar a nossa barca.

Para que as coisas mudem , a nossa capacidade criadora tem de ser reorientada. O mesmo se passa com a sintonia vibracional, que tem estado a emitir nas frequências da ilusão, do engano, da confusão e da cegueira. Por isso, é imperioso elevar a vibração do corpo mental, do corpo emocional e do corpo físico.

Só desta forma se conseguirá a expansão da consciência e, portanto, a libertação.

Só assim serão exequíveis estes Códigos da Energia Matriz. A preparação de uma Água Matriz pode ajudar a ultrapassar as dificuldades.

Apresentamos aqui alguns códigos com sugestões de orientação para os novos tempos:
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1. Código do Aspirante à Ascensão
  • Um Aspirante à Ascensão avançado já não gera conflito, discórdia e desequilíbrio. Se o fizer, entra em contradição total com a própria definição de Aspirante à Ascensão.
  • Um Aspirante à Ascensão avançado que se preze, é o «manso que herdará a Terra».
  • Um Aspirante à Ascensão avançado vai ao encontro da conjuntura desfavorável, não contra ela.
  • Um Aspirante à Ascensão avançado, perante a adversidade, aceita o sucedido e dá-lhe as boas-vindas; só depois trata de resolver a questão.
  • Um Aspirante à Ascensão tem de ser capaz de fazer uma abordagem amorosa; se optar pelo confronto, intensifica o aspecto da controvérsia. Atacando, põe a outra parte em alerta e na defensiva, pronta para contra-atacar.
  • Um Aspirante à Ascensão não participa na Batalha das Razões. Ele não quer ter razão porque não precisa de ter razão; limita-se a expressar a sua, que é baseada na sua Luz interna. E não espera a adesão ou a concordância seja de quem for.
  • Um Aspirante à Ascensão não fica incomodado, quando os outros o rejeitam. Ele sabe que, diga o que disser ou faça o que fizer, será aceite por uns e rechaçado por outros.
  • Um Aspirante à Ascensão, por conhecer os vícios da sociedade, não se deixa envolver. E, por o seu sentimento de segurança ser considerável, não se sente culpado por ver alguns a rejeitar as suas ideias ou se aborrecerem-se com o seu discurso.
  • Um verdadeiro Aspirante à Ascensão há muito deixou de fazer a velha pergunta: “Que mal fiz eu para eles se sentirem incomodados?”.
  • Um verdadeiro Aspirante à Ascensão não age em função das reacções alheias. Essa não é, obviamente, uma das suas característica.
  • Um verdadeiro Aspirante à Ascensão não luta porque não pretende ganhar; somente quer a paz.
2. Código da Entrega Total
  • Até que ponto está você disposto a entregar a sua vida ao Espírito, apesar de não saber o que lhe será pedido e desconhecer que consequências poderão advir?
  • Até que ponto já não lhe interessa o que possa acontecer na sua vida terrena, apesar de ainda ter projetos pessoais para o futuro e querer alcançar alguns objectivos?
  • Até que ponto já não receia as dificuldades financeiras, apesar de estar habituado a encarar o dia-a-dia com base na sobrevivência e de não compreender como poderá, algum dia, deixar de se preocupar com o dinheiro?
  • Até que ponto está disposto a abdicar das suas escolhas pessoais, para agir segundo o Espírito? Isto apesar de saber que o ego vai estrebuchar, de sentir insegurança e querer que a vida decorra como gostaria que decorresse?
  • Até que ponto já não se incomoda com os comentários e as pressões de familiares e amigos, apesar de o acusarem de estar a seguir por caminhos suspeitos e, segundo dizem, andar a tomar decisões muito estranhas?
  • Até que ponto está disposto a deixar que o Espírito participe na reforma da sua vida, apesar de desconhecer que direção ela poderá tomar e de ignorar o que lhe poderá ser proposto?
  • Até que ponto está em condições de abdicar, se tal for imperioso, da sua carreira profissional e da tutela dos seus filhos, apesar de ainda não ter atingido o topo da carreira e de sentir que não pode viver sem a sua descendência?
  • Até que ponto está disposto a mudar de casa, de amizades, de relacionamentos e atividade, apesar de gostar de morar onde mora, de recear o contacto com estranhos e só ter prática do que aprendeu a fazer?
  • Até que ponto aceita as mudanças na personalidade, para que a Entrega Total venha a ser possível, apesar de dizer que tem defeitos são muito vincados e garantir que ainda tem muito carma para pagar?
  • Até que ponto está disposto a cumprir a «missão» que o trouxe ao planeta, apesar de saber que isso poderá passar por continuar a fazer o que é costume, embora com outro grau de consciência?
  • Até onde está disposto ir, apesar de nada saber, realmente, acerca do que tudo isto implica?
3. Código do Desapego
  • Desapego não significa «aderir à pobreza»; significa «despojamento».
  • Um Nómada do Espírito não percorre o Caminho da Luz, levando na bagagem os frutos podres dos passos já dados. Não podendo levá-los, tudo faz para se livrar deles. Se os mantiver consigo, o caminho parecerá longuíssimo.
  • Um Nómada do Espírito, para que o silêncio possa surgir, desapega-se da fúria; para que a aceitação desponte, desapega-se da revolta; para que o desprendimento surja, liberta-se da inveja.
  • Um Nómada do Espírito sabe que o desapego não pode ser orientado só para as coisas materiais. Sabe, também, que as ideias que se transformaram em dogmas e as emoções que se metamorfosearam em dependências, são muito mais difíceis de transcender.
  • Um Nómada do Espírito conhece três sentimentos muito difíceis de transcender: o sentimento de perda (por morte, roubo, etc.); o sentimento de dependência (de pessoas, dinheiro, drogas, sexo, poder, etc.); o sentimento de abandono.
  • Um Nómada do Espírito já substituiu o gume da espada que mata, pelo gume que corta dependências e apegos. Ele sabe que único combate a travar ocorre na sua consciência.
  • Um Nómada do Espírito sabe que certas coisas e pessoas estiveram na sua vida, não por serem essenciais, mas por hábito. Saiu desse torvelinho quando se apercebeu que o hábito desencadeou sentimentos de posse.
  • Em nome do passo seguinte, rumo a outra conjuntura superiormente necessária, um Nómada do Espírito está sempre pronto para renunciar ao que conseguiu construir e amealhar até ao momento.
  • Um Nómada do Espírito há muito se desapegou da ideia de querer saber qual é a sua missão. Sabendo-se livre, não permite ser condicionado. Limita-se a agir de acordo com a vontade do Espírito, e nem dá por isso!
  • Para um Nómada do Espírito, o primeiro passo do Caminho é a neutralidade em relação às coisas do mundo; o último é a desidentificação total e absoluta das coisas do mundo.
  • Embora, no mundo, a sensação de perda possa ser dolorosa, é ilusória espiritualmente falando. Por isso, um Nómada do Espírito, porque não possui, não pode perder.
4. Código do Masculino e do Feminino

Código da Matriz do Feminino e da Mulher

  • A Matriz do Feminino não requer condições para a sua expressão. Esta será tanto mais autêntica, quanto maior for a intensidade de amor e doação que o indivíduo expressar.
  • A expressão do Feminino respeita e reconhece a expressão do Masculino.
  • O Feminino não espera nada; tudo acolhe e envolve. Sem julgar, respeita todas as expressões da Criação. A aceitação, a firmeza e o amor são condições da sua expressão.
  • A Matriz do Feminino é o principal meio de comunicação entre a alma, os Humanos e os Reinos Coadjuvantes.
  • O Feminino expressa o seu poder, enquanto a simbiose com a Deusa se mantiver. As manifestações desse poder facilitam a ligação com a Terra e com os seus Reinos Coadjuvantes.
  • O Feminino cria através da energia telúrica e da sexualidade. Se a mulher não usar todos os planos do seu ser, a criação estará diminuída. O seu corpo, templo sagrado, não pode ser conspurcado por emoções nem por escolhas vibracionalmente menos elevadas.
  • O Feminino é um portal de acesso à Grande Mãe Cósmica. Mas nem todas as mulheres, devido a graves desequilíbrios, são expressão desta energia. Quem se deixar manipular, controlar ou submeter, corre o risco de perder o contacto com essa realidade.

Código da Matriz do Masculino e do Homem

  • A Matriz do Masculino aceita todas as expressões da matriz do Feminino. Quanto maior for a sua compaixão e entrega ao planeta e à humanidade, maior será o seu brilho.
  • O Masculino entrega ao Feminino a sua Luz e Compaixão, o brilho das suas ideias, a sua estrutura e a sua semente. E, sem exigir nada em troca, permite que o Feminino crie vida a partir dessas dádivas.
  • O Masculino sabe que, quanto mais fluida e limpa for a sua ligação com o poder do “Pai”, tanto maior será a sua capacidade para, de coração iluminado e mente em branco, expressar esse poder.
  • O poder da Criação está ligado à virilidade da Matriz do Masculino, na sua máxima expressão. Porque as suas capacidades derivam desse poder, basta deixar-se permear por ele, para as expressar.
  • O Masculino sabe que uma das suas funções é dar sustentação à expressão do Feminino. Por isso, reconhece, aceita e encontra a sua realização nessa doação.
  • O Feminino e o Masculino respeitam-se e acolhem-se mutuamente, porque sabem que as suas ações criativas se complementam.
5. Código do Equilíbrio
  • O ser humano é uma criatura interdimensional. Para se sentir em equilíbrio precisa de estar em harmonia com todos os planos do seu ser, expressando a sua essência de Luz/Amor/ Compaixão/Sabedoria.
  • Para o corpo físico convergem as informações da realidade extrafísica que, uma vez assimiladas, são essenciais para a harmonia do ser. Os receptores dessa informação são três centros energéticos extrafísicos, localizados acima do chacra coronal.
  • Estes centros energéticos superiores, relacionados com o corpo emocional e mental, estão a ser lentamente integrados no funcionamento do corpo físico, à medida que a vibração do indivíduo vai aumentando.
  • Estes centros de assimilação da informação superior, porém, só se abrem, quando o indivíduo está vibracionalmente receptivo. Cada um deles tem a sua função e está preparado para captar um tipo de instrução e vibração específica.
  • O processo de autotransformação do indivíduo começa quando as suas células integram essa informação codificada e a enviam para o sistema nervoso central.
  • Na Natureza, tudo está a ser vibracionalmente acelerado. A Energia Matriz, emanada por Anura, já começou a depurar as células de todas as formas de vida e a eliminar os padrões que discordam dessa matriz original.
  • O corpo emocional e o corpo mental interagem intimamente com a condição das células do corpo físico. Consoante a natureza dessa interação, o indivíduo dispõe de maior ou menor capacidade para aos aceder aos registos da sua história planetária.
  • O ser humano é livre de decidir a sua postura no mundo, aceitando ou recusando a autotransformação. Esta decisão, baseada no grau de consciência, é que define se concretizará, ou não, o potencial que trouxe para expressar na Terra.
  • Qualquer ser humano, sem exceção, é um elo da cadeia que proporciona o equilíbrio total do planeta. Resta saber se, equilibrando-se a si próprio, cumpre essa função.
  • O corpo mental padece da Grande Ilusão – a doença do engano. Crenças e preferências, mesmo as tidas por essenciais, são ilusões que obliteram a realidade extradimensional, da qual o ser humano faz parte, mas ao qual, por enquanto, não tem acesso.
  • O corpo emocional é um portal para o «inferno» e para o «céu»: as emoções levam o ser humano a descobrir o prazer de ser amado e reconhecido, mas também a contactar com a dor terrível de ser odiado e incompreendido.
6. Código da Cocriação
  • Cocriação é a capacidade de alguém alterar a sua realidade, com a colaboração de algum nível do Espírito. As situações e as sincronicidades, dificilmente obtidas de outra maneira, são obtidas através da declaração, em voz alta, de uma intenção pura.
  • Cocriar, implica ser capaz de aceitar, no coração, o resultado da intenção verbalizada e não ter medo de beneficiar da resposta recebida – mesmo que a mente racional a deteste ou rejeite.
  • Ao cocriar, o cocriador descarta-se da necessidade de pedir e aproxima-se da sua própria Essência, declarando uma vontade pura. Requisita, pois, o que já existe, uma vez que o Espírito apenas concretiza potenciais, desde sempre existentes.
  • Ao cocriar, o cocriador mobiliza os Amigos interdimensionais, deixando de interpor resistência à fluência da vida.
  • Como a cocriação não tem exceção nem limites, o cocriador pode expressar o que quiser, físico ou metafísico. Contudo, a natureza das intenções verbalizadas (mais básicas ou mais elevadas) dependerão do seu grau de consciência.
  • O poder da cocriação não deve ser usado para prejudicar terceiros ou para prever o futuro.
  • O cocriador deve pôr firmeza na declaração verbal. Uma cocriação verbalizada com dúvida e em insegurança, gera resultados escassos; verbalizada com intenção pura, dificilmente falhará. É só uma questão de tempo.
  • Quem sente que cocria com insegurança, deve começar por cocriar a eliminação desse factor condicionante.
  • A função do cocriador não se limita a iniciar o processo verbalizando uma intenção; terá de fazer a tua parte ao longo do processo. A cocriação responsabiliza-o. Se não fizer a sua parte, os resultados dificilmente surgirão.
  • O cocriador só deve cocriar para si. Se alguém precisar de ajuda, o cocriador deve ensiná-lo a cocriar ou, no máximo, enviar-lhe energia por visualização.
  • O cocriador deve saber que os pilares básicos da cocriação são:

1. A intenção de escolher o que pretende
2. A determinação que mantém nessa escolha;
3. A verbalização convicta da intenção escolhida;
4. A aceitação da colaboração dos Planos Superiores;
5. A realização da parte que lhe compete;
6. Não ter expectativas quando à natureza e ao prazo de chegada dos resultados.

Algumas situações, porém, podem ser limitadoras e boicotar o processo. Entre muitas outras, destacam-se as seguintes:

1. O cocriador não está preparado para lidar com os resultados pretendidos. Neste caso, entra num período de preparação de duração indeterminável.

2. O processo está parado porque o cocriador não fez a parte que lhe compete;

3. Falta de tempo, serenidade, atenção e silêncio o cocriador não se apercebe das respostas;

4. O cocriador verbalizou a sua intenção com falta de convicção;

5. O cocriador sente-se ansioso em relação ao momento da chegada dos resultados;

6. A solução que o cocriador gostaria de ver aplicada, impede que a solução superior se manifeste;

7. O cocriador não decretou a eliminação de todas as resistências à concretização da verbalização efectuada;

8. Não é o momento oportuno para a situação ser resolvida;

9. O motivo evocado na verbalização não é prioritário;

10. O que eu cocriei não é o mais adequado, e os meus guias estão a poupar-me;

11. A minha alma (ao nível mais baixo) precisa de ser esclarecida;

12. Há interferências extrafísicas;

13. Ao nível inconsciente, eu não quero o que pedi, ou tenho medo.

7. Código da Energia Matriz
  • O Reino da Energia Matriz provém da tríade criadora do Universo.
  • No Reino da Energia Matriz, a Luz é um atributo do «Pai» e o Amor é um atributo da «Mãe». Mas, porque tudo é uma coisa só, também podemos dizer «Amor do «Pai» e «Luz da «Mãe»
  • Como chegou o tempo de reinstalar na Terra o Reino da Energia Matriz, esta vibração primordial está a ser intensificada no planeta.
  • Quando se fala de reinstalar o Reino da Energia Matriz na Terra, não se fala na capacidade de perdão ou outras, mas em saber quem já dispõe das condições vibracionais que correspondem a essa realidade.
  • Sendo a Terra o planeta da Energia Matriz, a sua implementação visa requalificar a Matriz do Masculino e a Matriz do Feminino, há muito corrompidas.
  • O Reino da Energia Matriz caracteriza-se pela capacidade da aceitação incondicional de todos os tipos de existências, civilizações, criaturas e formas de expressão.
  • A vibração da Energia Matriz, por não conter ódio, da negatividade ou do medo, anula as vibrações de todas as matrizes vibracionais de baixa frequência.
  • A Energia Matriz é, assim, o antídoto natural para a segregação, a intolerância e a incompreensão, a corrupção e o genocídio, a demência e o desvario que minam a humanidade.
  • A Energia Matriz, por resultar da junção dos atributos do «Pai» e da «Mãe», é a promotora da ampliação da consciência. É, pois, a base da elevação espiritual.
  • Do contacto com a Energia Matriz resulta o desaparecimento de todo e qualquer tipo de negatividade, erro ou insanidade gerados pela falta de consciência.
  • Qualquer ser humano – sem exceção e independentemente do seu grau de consciência – é, no seu âmago, um potencial embaixador na Energia Matriz na Terra. Só tem de se preparar para o concretizar, purificando-se.
8. Código da Canalização
  • Os Amigos Mais Leves não mentem.
  • Por não poderem interferir no livre arbítrio humano, jamais impõem ou negoceiam os ensinamentos que transmitem à humanidades; limitam-se a divulgá-los.
  • Os Amigos Mais Leves jamais se apresentam como a fonte exclusiva da informação que divulgam, seja qual for a via utilizada.
  • Os Amigos Mais Leves não fazem exigências aos seres humanos, evocando “contratos” assumidos noutra dimensão, antes do nascimento.
  • Os Amigos Mais Leves não criticam ou julgam, engrandecem ou diminuem, qualquer outra entidade ou criatura humana. Limitam-se a citá-la, se for necessário.
  • Os Amigos Mais Leves não transmitem certezas acerca do que vai acontecer. Como é o livre arbítrio humano que comanda a evolução, é-lhes impossível divulgar o desfecho de qualquer situação, seja ao nível individual, nacional, continental ou planetário.
  • Um ser humano jamais será incitado, pelos Amigos Mais Leves, a abdicar da sua liberdade ou violar ou alterar o seu código de integridade política, religiosa, etc.
  • O estatuto dos Amigos Mais Leves leva-os a ter de respeitar as crenças e a forma de viver seja de quem for. Não promovem, por isso, a discriminação ou a proibição seja do que for.
  • Somente a maturidade espiritual e a pureza do coração poderão dizer se uma canalização – escrita, verbal, intuitiva, onírica – provém da zona luminosa ou sombria do Espírito.
  • O canal receptor humano jamais deve ser considerado como alguém desenvolvido espiritualmente, pois tal pode não ocorrer.
  • O canal emissor extradimensional não deve ser considerado como um deus, mas como um dedicado servidor da humanidade.
9. Código do Terapeuta Vibracional e do seu paciente
  • Ser Terapeuta Vibracional não pode ser só um modo de ganhar a vida; tem de ser uma atividade feita com entrega. O resto virá por acréscimo.
  • A função do Terapeuta Vibracional poderá consistir, não em reequilibrar o Paciente, mas em prepará-lo para que, mais tarde, outro terapeuta lhe proporcione as condições para que ele se reequilibre.
  • O Terapeuta Vibracional tem de estar equilibrado para poder reequilibrar o Paciente. Assim, deve, antes de mais nada, cuidar de si.
  • Um Terapeuta Vibracional é apenas um farol: limita-se a iluminar, com a sua luz, o desequilíbrio do Paciente; as técnicas que utiliza são secundárias.
  • O Terapeuta Vibracional tem de saber que não é possível elevar a frequência vibracional do Paciente, sem que ele se disponha, seriamente, a participar no processo. Afinal, ele é o principal beneficiado. A participação do Paciente durante a terapia — e, principalmente no período entre terapias —, será fundamental para o seu reequilíbrio.
  • O Terapeuta Vibracional deve informar o Paciente de que o seu reequilíbrio, passa, não só pela toma do que lhe é receitado e pela prática do que lhe é sugerido, mas também por promover alterações na personalidade e nos seus planos mais profundos.
  • O Terapeuta Vibracional deve reconhecer que, muitas vezes, o paciente só quer deixar de se sentir mal, e não está interessado em trabalhar no que causou os distúrbios de que se queixa. Contudo, mesmo que o terapeuta venha a reconhecer que, naquele caso, está a funcionar como “analgésico” (apenas tirar o desconforto sem ir à raiz do problema), não deve desprezar o paciente. Mas deve avisá-lo de que, dessa forma, não resolve coisa nenhuma.
  • O Terapeuta Vibracional deve ter sempre presente que a eficácia das técnicas que aplica depende do nível da sua vibração. Portanto, quanto mais alta ela for, melhores resultados obterá. Daí a necessidade de cuidar de si, antes de mais nada.
  • O contacto entre o Terapeuta Vibracional e o Paciente é – sempre – um reencontro significativo, em que ambos ganham, aprendem e beneficiam.

Código do Paciente 

  • Não existe cura sem autotransformação.
  • Antes de qualquer consulta, o Paciente deve dispor de uma forte vontade de mudança interna, e não somente o simples desejo de se sentir melhor. Tem de estar disposto a libertar-se do que o apoquenta. Contudo, tem de reconhecer que nem sempre é fácil renunciar a algo que tem feito parte da sua vida. Se não tomar tal decisão, o efeito do tratamento perde-se e tudo volta ao princípio.
  • O Paciente tem de ser responsável pelo que o aflige. Embora beneficie da ajuda do Terapeuta, só ele pode autorizar o reequilíbrio dos distúrbios de que se queixa.
  • O Paciente, em vez de valorizar os conhecimentos, a experiência e a fama do Terapeuta, deve considerar a intensidade da vibração que ele emana. As técnicas utilizadas são secundárias.
  • A fim de diminuir a frequência com que frequenta o Terapeuta, o Paciente tem de evitar a convivência com as vibrações “pesadas” das pessoas depressivas, maníacas, invejosas, chorosas, medrosas e angustiadas, cujo grau de toxicidade vibracional é elevadíssimo.
  • O Paciente não deve criar laços de dependência com o Terapeuta.
  • Se o Terapeuta tiver a capacidade de percepcionar informações pela via intuitiva, o Paciente não deve passar a lidar com ele como se fosse um oráculo.
  • O Paciente deve saber que uma ação terapêutica não consiste em o Terapeuta estar ativo e o Paciente manter-se passivo, recebendo a ajuda. Cada qual tem a sua função. A do Paciente é de investigar as origens do seu desconforto e não apenas investir na sua eliminação.
10. Código da Nova Família
  • Os membros da Nova Família sabem quem são e, por isso, não mentem. Confiam e, portanto, não controlam, não exigem, nem fazem chantagem. Todos estes antigos hábitos têm de estar superados.
  • Eles sabem que o seu objectivo os transcende. Por alguma razão, têm de estar juntos para desempenharem uma tarefa, permanecendo juntos enquanto ela fizer sentido. Desconhecem se vão separar-se quando a tarefa terminar ou se surgirá outra.
  • Os membros da Nova Família não temem o futuro, nem fazem projeções; limitam-se a viver o dia-a-dia. Já não receiam perder, porque deixaram para trás o sentimento de posse.
  • Ambos sentem que a razão por que estão juntos os transcende. E, diariamente, agradecem por poderem cumprir a sua função, desfrutando, amorosamente, do prazer de estarem juntos.
  • Os membros da Nova Família sentem que tudo flui. Sabem que, se for preciso um ajuste ao nível da personalidade, lhe reconhecerão o propósito. Não haverá, portanto, lugar a discussões nem resistências à adaptação.
  • Eles sabem que o amor não se esgota, nem se pode transformar, repentinamente, em ódio e aversão. Ambos sabem que viver em amor integral significa ver o outro a manifestar-se como entende ser mais correto. Numa palavra: praticam a aceitação.
  • Os membros da Nova Família não lutam pelo poder. Na sua relação não há combate pelo controle e pelo domínio, pois já perceberam que não há nada para controlar e dominar.
  • Ambos não estão no planeta ao serviço do seu Eu Superior, mas como seus representantes. São «emissários de», não estão «ao serviço de». Portanto, enquanto seres interdimensionais, servem a Criação através das suas próprias pessoas.
  • Os membros da Nova Família vivem em sintonia com a Terra. Logo, em qualquer circunstância não fazem exigências. Não há falta de respeito – esses velhos padrões de comportamento, que continuam a dominar as relações de muitos seres humanos.
  • Os membros da Nova Família são duas criaturas com elevado grau de consciência, relacionando-se entre si, em estreita e profícua colaboração.
  • Nenhum deles têm qualquer dificuldade na aplicação destes conceitos.
11. Código das Novas Crianças
  • As Novas Crianças olham para tudo desassombradamente. São transparentes e amorosas. Potencialmente, espelham a Energia Matriz, a nova realidade terrena que, progressivamente, está a ser implementada em todos os seres humanos.
  • Elas denunciam tudo o que seja injusto, incongruente, falso, mesmo que socialmente aceitável.
  • As Novas Crianças rejeitam o que não compreendem. Frases como «É assim, porque tem de ser…» ou «Fazes porque eu é que mando…» deixarão de gerar os habituais resultados.
  • Nenhuma delas não pactua com o que é ilógico, desadequado e moralmente incorreto. Costumam perguntar:
    – Se alguém é injusto em casa ou na escola, como pode ensinar a justiça?
    – Se ele não ama, como quer ser amado?
    – Se ela não respeita, como quer ser respeitada?
  • As Novas Crianças são atentas e estão interessadas em soluções pacificadoras. A sua capacidade de sentir a realidade ultrapassa o que, comummente, se espera de uma criança.
  • Todas têm um forte sentido de justiça e são absolutamente intransigentes na sua defesa. Por funcionarem como espelhos para os mais velhos, denunciam os aspectos mais subtis das suas arbitrariedades e incongruências.
  • As Novas Crianças têm «bom coração» mas não são «boazinhas». Para elas, a bondade, como expressão da obediência e de boas ações, não tem sentido.
  • Por não terem os medos que afligem o comum dos mortais, estas criaturas representam um desafio de mudança da forma como as pessoas se relacionam umas com as outras.
  • As Novas Crianças, embora mais resistentes a certas doenças, são muito vulneráveis ao nível da alimentação e da estabilidade emocional.
  • Têm um forte sentido de humor. A capacidade de brincar com as coisas mais sérias reflete a sua saudável habilidade para lidarem com o mundo dos mais velhos, quase sempre bastante absurdo.
  • As Novas Crianças limitam-se a pedir aos adultos para aceitarem, incondicionalmente, a sua forma de expressão, seja amorosa e conciliadora, seja desafiadora e provocatória. 
12. Código da Terra
  • O planeta Terra é uma realidade cósmica (ANURA) com doze dimensões. O ser humano é apenas uma pequena parte dessa realidade.
  • Anura é uma consciência com doze dimensões, que, plano físico, repousa no centro do planeta. Os distintos patamares vibracionais da consciência humana estão adstritos ao pulsar desse núcleo no interior da Terra.
  • Os Devas implementam a informação cósmica e colaboram na libertação dos efeitos da alquimia negra, que transformou Luz/Amor em sombra/ódio. Assim, os Devas respondem pela propagação do som criador da «Mãe» (que contém a matriz sagrada da vida) através de um processo inverso ao efectuado pela «Sombra».
  • A humanidade, através do livre-arbítrio, é o fulcro da mudança planetária. Porque os humanos possuem um corpo (energia densificada), e uma alma (energia do Espírito Maior), nada pode ser feito sem que as suas escolhas sejam autênticas e livres das programações anteriores.
  • A missão de cada elemento da raça humana é fundir as vibrações do seu corpo e da sua alma com a vibração do planeta. Quando tudo vibrar em sintonia, a missão da humanidade estará cumprida. Formar-se-á, então, um nova condição de vida.
  • O Reino Coadjuvante das Fadas tem por missão ajudar a equilibrar a Humanidade. Estes seres, depositários da harmonia, da beleza e do amor, protegem e guardam os segredos mais profundos da Deusa. Ou seja, da Matriz do Feminino.
  • O Reino Coadjuvante dos Elfos trata do saneamento e da purificação do éter da Terra e da sua humanidade. Por estarem ligados ao planeta pela sua elevada integridade, são os depositários dos segredos da Matriz do Masculino e da verdade dos grandes sacerdotes.
  • O Reino Coadjuvante dos Gnomos é a mais alta expressão da energia telúrica. Guardiães dos segredos da matéria, estão relacionados com os elementais mais básicos. Quando um «espírito da Natureza» é desviado por forças obscuras, cabe aos Gnomos conduzi-lo ao seu estado original.
  • Todos os Reinos Coadjuvantes não são nem servidores nem manipuladores da humanidade; cumprem a sua missão, independentemente de os Humanos estarem ou não receptivos à sua ajuda. Qualquer tentativa de manipulação sairá frustrada e o manipulador acabará por ter uma aprendizagem efetiva.
  • A humanidade é responsável pelo estado vibracional e material da Terra. No respeito total pelo seu livre-arbítrio, a sua extinção continua a ser um potencial. Uma reflexão profunda sobre o estado do planeta, a todos os níveis, torna-se, portanto, essencial.
  • ANURA, a consciência primordial da Terra, aceitou expressar a Energia Matriz. Através desta emanação, a vida do planeta tem estado a mudar, e todas as dimensões entraram  em ressonância com esta nova expressão.