Sobre os dramas pessoais

Quanto maior for a nossa consciência, menor é a capacidade de gerarmos e de nos envolvermos em “dramas” pessoais. Ou seja, não podemos evoluir significativamente carregando os resultados desses “dramas”. O “drama” é a consequência de uma desordem emocional. Ganhemos nós clareza e lucidez (isto é, serenidade emocional), e os “dramas” desaparecem. Haja autonomia, e acaba-se a choradeira sem razão de ser!

Os dramas, regra geral, surgem quando “achamos” que não temos ou “achamos” que perdemos. O “achar” é a raiz principal do drama pessoal… que tem muitas ramificações! É claro que não estamos a falar das verdadeiras tragédias como, por exemplo, perder tudo num incêndio. Estamos a falar dos “dramas” derivados de destrambelhamento emocional.

Desde que adquiramos um grau de consciência considerável, ganhamos, progressivamente, a capacidade de reagir com lucidez. Mas, para isso, precisamos de serenidade emocional. O que raramente se verifica. Nestas condições, a capacidade de cocriar – manifestar intenções decentes – ganha outra dimensão (1). Ou seja, as intenções, que manifestamos através da cocriação, começam a ser exclusivamente positivas. Ninguém verdadeiramente lúcido utiliza o seu poder pessoal para cocriar algo prejudicial, para si ou seja para quem for.

Assim, este tipo de “drama” tem os dias contados, desde que trabalhemos para alcançar o nosso potencial máximo de serenidade emocional. Quando ela se torna uma realidade (principalmente quando a coisa está feia), deixamos de nos questionar se o “Anjo da Guarda” está dentro ou fora. Sabemos que algo nos transcende, nos ajuda ou orienta, mas, no que toca às funções que temos de desempenhar, estamos sozinhos.

Logo, “estar sozinho”, não significa “estar desamparado”; significa dispor da serenidade emocional necessária para viver saudavelmente. Nestas condições, já não transformamos em “drama” aquelas experiências desconfortáveis, que detêm o potencial de nos fazer crescer internamente. Perante uma situação desafiadora, a “resposta dourada” surge-nos de imediato. Donde é que ela veio? Que interessa isso? O facto de sabermos que ela nos ocorreu – e que resultou! – chega-nos perfeitamente.

Para ajudar a fazer esta mudança, sugerimos os seguintes Florais de Anura da Linha Sorriso:

Experimente e vai ver a diferença!

………………….

(1) – Veja o livro A Arte da (Co)Criação